
A idéia: uma organização recruta pessoas e apaga suas memórias. Essas pessoas recebem personalidades sob medida para atender à fantasia de clientes endinheirados. Num dia podem ser o(a) namorado(a) apaixonado(a), no outro um(a) fanático(a) religioso(a), no terceiro um(a) negociador(a) de reféns e assim por diante. É como se cada uma dessas pessoas fossem uma folha em branco onde a organização "imprime" o que bem quiser. Depois é só apagar e esperar o próximo cliente. O problema - e é nesse ponto que a série inicia - é que a garota mais solicitada da "Dollhouse", Echo (interpretada pela atriz Eliza Dushku), dá sinais de que não é uma boneca como as outras.
Ao longo dos episódios, ela vai demonstrando que consegue reter informações que deveriam ter sido apagadas. Para complicar a situação, um agente do FBI está investigando a organização e procurando pistas justamente de Echo. A série vai num crescente e melhora bastante a partir do sexto episódio. Cada episódio conta uma história diferente em que os "ativos" (assim são chamados os sem memória) estão em missão. Soube que a série ganhou o direito a uma nova temporada depois de muita especulação sobre seu fim. Provavelmente, a melhorada nos episódios contribuiu. O fato é que "Dollhouse" é muito interessante e pode vir a ser tão boa quanto as melhores séries em exibição. Potencial ela já mostrou que tem.
P.S.: há um motivo a mais de interesse em "Dollhouse". Para a segunda temporada, foi confirmada a presença de Summer Glau, a Cameron de "The Sarah Connor Chronicles", que era uma das coisas mais legais daquela série.