
2. Não acreditava que tudo em Pandora é criação digital, isso é realmente de cair o queixo. A história é uma grande aventura à moda antiga apesar das centenas de milhões gastos em efeitos de última geração.
3. Apesar da propaganda toda, não fiquei à vontade com o 3d. Tive a sensação de que não perderia nada em uma cópia normal, em 2d.
4. Em geral, não dou muita bola para histórias de guerra e também tenho dificuldades com filmes que usam bonecos digitais que substituem atores. Essa técnica evoluiu muito, mas até conhecer Avatar eu virava a cara. Cameron soube manter expressões de seus atores, intrepretação, trejeitos, tudo de uma maneira que pareceu bastante natural e convincente.
5. Fui ver quem era a Na'vi fêmea que faz a mocinha da história. É a atriz Zoe Saldana, que faz também Star Trek (e ela é uma lindeza).
6. Não que ela esteja ruim, mas confesso que esperava mais de Sigourney Weaver, uma atriz que adoro. E o Sam Worthington, que já havia visto em T-4, confirma o bom trabalho e nessa linha promete coisas bem boas no cinema.
7. O filme funciona bem, apesar do blá blá blá ecológico (achei muito bobo esse recheio, um dos poucos pontos fracos de um bom filme). Sorte que o longa compensa esse traço politicamente correto com uma história bem contada, orgânica, que empolga.
8. Ao contrário de muita gente, gostei do vilão. É típico, é caricato, mas é um ponto de contraste forte para o herói. Mesmo sendo uma repetição de uma dúzia de vilões iguais de outros filmes.
10. Ok, o filme também é a repetição da mesma história de sempre (ou do tempo em que se faziam boas aventuras). Não é um filme que se esquece quando as luzes acendem. Isso é veneno de crítico mal-humorado.
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