terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Torta de carne seca
A cozinha vai seduzindo Eloá. Ela, que já foi tão avessa à arte culinária, pouco a pouco vai se deixando enredar. Neste último fim de semana me fez comprar ingredientes para uma receita de torta de carne seca. Prato que se mostrou uma boa pedida. Da minha parte, eu fiz uma salada de feijão verde para acompanhar. Foi um almoço saboroso e refrescante. No domingo, já sem vontade de repetir o cardápio, e meio enjoado da tortinha, decidi fazer omeletes usando o mesmo recheio da torta. Outro acerto. Bom isso. Não costumamos usar carnes seca dessa forma, desfiada e temperada. Bom aprender novos caminhos.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Spartacus

Marcadores:
Atores e Atrizes,
Diretores,
Filmes
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Filmes
Nesse Carnaval, vi muitos episódios de "Moderny Family" e de "How I Met Your Mother" (ambas são comédias da melhor qualidade, eu e Eloá temos nos divertido muito). Fiz a besteira de interromper esse bom programa para tentar ver aberrações como "Bruno". Burrice minha, que não cheguei aos 40 minutos de filme. Como disse o Inácio, já tinha perdido meu dinheiro, não precisava me torturar e perder também o meu tempo. Não entendo. Detestei "Borat" e ainda assim caí na conversa mole dos comentarista de cinema. "Bruno" não é irreverente ou anárquico. É um festival de bobagem e de vontade de chocar a qualquer custo. Passo.
Compensei o tempo perdido revendo "O Corte", direção de Costa-Gavras. O filme, embora um pouco mais longo que o necessário, trata de um alto-executivo que perde o emprego na indústria de papel e não consegue se recolocar. Mostra uma Europa em dificuldade e como as pessoas se movimentam nesse contexto de crise. O personagem central tem uma idéia para voltar ao mercado. Ele decide eliminar a concorrência. E não se trata de sentido figurado. Bom filme.
Assisti "Guerra ao Terror", que concorre a nove Oscars, inlcuindo melhor filme e diretor. Não é mau filme, mas não me impressionou tanto como achei que poderia. Mas é preciso dizer que não sou bom com filmes de guerra. Não lembro de nenhum que tenha realmente mexido comigo. Este "Guerra ao Terror" é tenso, tem aquela câmera tremida dos filmes que imitam documentário, há esse suspense tremendo toda vez que a equipe anti-bomba chega em um local ameaçado. Parecem casos reunidos sobre uma equipe de trabalho, por mais incrível e mortal que seja esse trabalho. Impressiona em algumas cenas, mas dá vontade de ir ver um documentário de verdade. Como ficção, não me "pegou".
Por fim, vi o início de "G1 Joe - A Origem de Cobra". Falo que vi o início porque não tive saco para ir sequer até a metade. Perdi a paciência com filme bobo, sem história, que tem uma explosão a cada cinco minutos e um golpe de arte marcial a cada 30 segundos. Estou ficando velho.
Compensei o tempo perdido revendo "O Corte", direção de Costa-Gavras. O filme, embora um pouco mais longo que o necessário, trata de um alto-executivo que perde o emprego na indústria de papel e não consegue se recolocar. Mostra uma Europa em dificuldade e como as pessoas se movimentam nesse contexto de crise. O personagem central tem uma idéia para voltar ao mercado. Ele decide eliminar a concorrência. E não se trata de sentido figurado. Bom filme.
Assisti "Guerra ao Terror", que concorre a nove Oscars, inlcuindo melhor filme e diretor. Não é mau filme, mas não me impressionou tanto como achei que poderia. Mas é preciso dizer que não sou bom com filmes de guerra. Não lembro de nenhum que tenha realmente mexido comigo. Este "Guerra ao Terror" é tenso, tem aquela câmera tremida dos filmes que imitam documentário, há esse suspense tremendo toda vez que a equipe anti-bomba chega em um local ameaçado. Parecem casos reunidos sobre uma equipe de trabalho, por mais incrível e mortal que seja esse trabalho. Impressiona em algumas cenas, mas dá vontade de ir ver um documentário de verdade. Como ficção, não me "pegou".
Por fim, vi o início de "G1 Joe - A Origem de Cobra". Falo que vi o início porque não tive saco para ir sequer até a metade. Perdi a paciência com filme bobo, sem história, que tem uma explosão a cada cinco minutos e um golpe de arte marcial a cada 30 segundos. Estou ficando velho.
Jogo de Espiões

Marcadores:
Atores e Atrizes,
Diretores,
Filmes
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Invictus

domingo, 7 de fevereiro de 2010
How I Met Your Mother

sábado, 6 de fevereiro de 2010
Coentro
Li com prazer o caderno Paladar, do Estadão, da última semana. A matéria de capa tentava entender porque o coentro divide tanto as opiniões. Uns adoram. Outros detestam. Curioso. O coentro é tão presente na cozinha baiana, que é difícil por aqui encontrar alguém do time do "eu detesto". Conheço duas pessoas que não gostam de coentro. Como que para comprovar a tese, ambas são de outros Estados, embora vivam aqui há tempo. Uma dessas pessoas é um cara gaúcho, bom de cozinha. Fiquei realmente surpreso com as palavras dele quando ouvi. Era a primeira vez que ouvia alguém desancar a erva. A outra pessoa é especialista em comer (ok, ela também se arrisca no preparo de um prato ou outro). É a minha amiga Marlla que também não é baiana, é goiana. Eu gosto de coentro, sempre em porções bem pequenas, especialmente para finalizar alguns pratos. Não tenho essa mania de enfiar coentro em tudo compulsoriamente.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Fim da Escuridão

Marcadores:
Atores e Atrizes,
Diretores,
Filmes
Concupiscente
Mal começo a ler "Terras do Sem Fim" e sou apresentado a cenas como a de uma mulher de cabelos dourados que é apertada nas nádegas por um homem desconhecido que quer conferir nela "a dureza das carnes". Mais um pouco, uma outra resolve se "abrir como uma flor" para o namorado. Metáfora clara para perda da virgindade. Essa tem medo que o cara não volte de uma viagem a Ilhéus e já que vai fazer isso com alguém mesmo... ok. Estamos no terreno concupiscente de Jorge Amado, não há dúvida. E olha que ainda estou nas primeiras trinta páginas. A leitura promete.
Terras do Sem Fim
Começo as primeiras linhas de "Terras do Sem Fim" de Jorge Amado. Não tinha simpatia por ele (Jorge) no início da minha vida de leitor. As coisas mudaram depois que li "Capitães de Areia". Seguiu-se "Jubiabá", "Mar Morto", "Tieta do Agreste" e, mais recentemente, "Cacau". Não tenho mais nenhum problema com Jorge Amado. Ao contrário, quero retomar a leitura de sua obra, ler as coisas que ainda não li. Pelo que já vi de "Terras do Sem Fim", é uma boa retomada.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Nenhum filme visto este fim de semana, que foi devidamente entregue à esbórnia. Sexta foi o aniversário de Fábio. No sábado fiquei em casa, mas o domingo foi dedicado ao "Forró do Molenga", evento anual no condomínio Horácio Costa, em Brotas. Também não vi nenhuma das séries que acompanho (não conta dois episódios de The Office que vi meio bêbado e não lembro de quase nada). A boa notícia é que, para o próximo fim de semana, me aguarda o DVD de Spartacus, o clássico de Kubrick. O filme traz Laurence Olivier e Kirk Douglas no elenco.
Ensopado
Aos poucos vou fazendo as pazes com a culinária. Este final de semana, cozinhei bastante. Praticamente o sábado inteiro de avental. E olha que na sexta entrei pela madrugada enchendo a cara no animado aniversário do meu amigo Fábio. Acordei sábado morto. Mas ainda assim segui o que me agendei pra fazer. Com a receita pescada de uma amiga, fui de frango ensopado com polenta. O frango ficou bom, mesmo usando apenas cebola, salsa, azeite, pimenta e sal. O negócio é temperar o frango (usei coxas) com o sal e a pimenta do reino. Depois que tomar gosto, dourar bastante no azeite. Em seguida, refoguei uma cebola grande ralada, acrescentei a salsa, e só então trouxe o frango dourado e água. Eloá não come frango. Fiz pra ela um ensopado de carne tradicional, daqueles com abóbora e quiabo. Ela também não se empolgou com a polenta. Mas sei o motivo, como usei caldo de galinha na preparação, deu aquele gostinho de frango que não agrada a quem foge da ave. Eu e minha filha comemos, repetimos, só faltou lamber os dedos.
Assinar:
Postagens (Atom)